Quem são e no que creem os Batistas Reformados?





Conheça os Batistas Reformados lendo os livros online, e assistindo as aulas em vídeo...





A - Livros:

1 - Confissão de Fé Batista de 1689 e Um catecismo puritano compilado por C. H. Spurgeon.


Uma Palavra dos Editores:

A fé é a base da alegria verdadeira. O Objeto da Verdadeira Fé Evangélica é o Senhor Jesus Cristo, segundo as Escrituras testificam.

Muito louvamos ao e nos alegramos no Senhor por nos conceder fazer esta publicação e por meio dela dar testemunho de nossa Fé no que seja o puro ensino das Escrituras Sagradas e da Santíssima Fé que uma vez foi dada aos santos.

Estamos profundamente tomados de um sentimento de solenidade e temor reverente, doce resolução e firmeza.

“Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar.” (2 Coríntios 3:12)

EC, 08 de setembro de 2014

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• Fontes:


 e 


(“The Baptist Confession Of Faith Of 1689”)

e


(“A Puritan Catechism”)

• Tradução:


2 - Batismo Cristão.



Esta edição é composta pelos seguintes textos: 

• Apresentação e testemunho dos editores
• Artigo-prefácio – Batismo de Crentes por Imersão, Um Distintivo Neotestamentário e Batista - W. R. Downing

JOHN GILL 

• Sobre o Batismo
• Batismo, Um Mandamento Divino a Ser Observado

JOHN PIPER 

Série de Estudos Sobre o Batismo 
• Parte 1: Eu Vos Batizo Com Água
• Parte 2: Sepultados Com Ele No Batismo, nEle Também Ressuscitastes Pela Fé
• Parte 3: O Que é o Batismo, e Ele Salva?
• Parte 4: O Que o Batismo Simboliza? 

• Irmãos, Magnifiquem o Significado do Batismo
• Como a Circuncisão e Batismo Correspondem?
• Fortalecidos para Sofrer. Cristo, Noé e Batismo
• O que é o Batismo, e Quão Importante Ele é?


C. H. SPURGEON 

• Quem Deve Ser Batizado? (Sermão Nº 2737)
• Batismo, Essencial Para a Obediência (Sermão Nº 2339)
• Batismo (Artigo)
• A Necessidade de Reformar a Prática Anti-Bíblica do Batismo de Bebês (Excerto do Sermão Nº 283, Reforma)
• Eu Considero o Batismo de Crianças Como Sendo Uma Mentira e Uma Heresia! (Excerto do Sermão Nº 172, Examinai as Escrituras)


APÊNDICES 

• Do Pedobatismo ao Credobatismo – Entrevista com Gary Grampton
• “O Melhor Sermão Sobre o Batismo que Eu Já Ouvi” – William Carey [Editado por Evan Burns]
• O Batismo Infantil e o Princípio Regulador do Culto – por Fred Malone
• A Revisão Revisada – por David Kingdon (Artigo em resposta a uma crítica (“revisão”) feita ao seu Clássico Os Filhos de Abraão)
• Ide, Fazei Discípulos, Batizando-os – por John Piper
• Sobre os Batistas e o Batismo Cristão – por J. H. Grime (Excerto de “Sangue antes da água, Cristo antes da Igreja”)
• Uma Celebração de Batismo – por John Piper
• O Batismo Infantil e a Comunidade da Nova Aliança – por John Piper
• Considerações Sobre o Batismo – por John Piper
• Quão Antigo é o Batismo Infantil? – por John Piper
• O Batismo de Casas, Batismo de Arrependimento – por William Teixeira 

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3 - Um Cordão de Pérolas Soltas. Uma Jornada Teológica no Batismo de Crentes* - Fred A. Malone.


Link para baixar gratuitamente no final da descrição.

A preciosidade deste escrito não cabe em palavras. Sentimos somente, tomados de gratidão e reverência ao Senhor nosso Deus por conceder-nos a grande bênção de agora compartilhar convosco este texto por Fred Malone, a qual ele chama de “Uma Jornada Teológica no Batismo de Crentes”, por meio da examinação de “pérolas” pedobatistas, sustentadas pelo “cordão” da “boa e necessária inferência”.

Ele assim inicia a apresentação deste escrito:

“Originalmente escrito em 1977, é simplesmente um diário narrado para mim mesmo e para os meus amigos que estão interessados em entender por que eu mudei de uma posição pedobatista (batismo infantil) a uma Batista (batismo de discípulos/confessores somente)”.

Então, quais são as pérolas no cordão?

1. A teologia da aliança do Antigo e Novo Testamentos

2. A relação entre circuncisão e batismo

3. Os textos de prova em relação ao batismo

4. Atitude de Jesus para com as crianças

5. A santificação dos filhos de crentes

6. A disjunção do batismo de João e o batismo Cristão

7. O argumento do silêncio

8. O argumento das bênçãos expandidas

9. O testemunho da tradição

E, após uma exposição tão belamente bíblica sobre as “pérolas acima”, o querido irmão Malone, conclui com estas palavras:

“Como eu já examinei cada pérola no cordão, eu saio, na melhor das hipóteses, com um colar de joias desbotadas e ausentes. Na realidade, eu confesso que eu fiquei com um cordão vazio chamado ‘boa e necessária inferência’ que não me faz nenhum bem em mostrar a beleza do batismo Cristão. Ele é um fio de barbante em volta do pescoço de uma princesa.”
Eu não posso construir a minha doutrina em um cordão vazio. Portanto, eu aceito a única pérola de valor inestimável do batismo de discípulos e o uso em minha mão como um sinal de meu casamento com Cristo.

O batismo é o sinal exterior da entrada na Nova Aliança, a circuncisão interior do coração, evidenciada por sua confissão de fé em Cristo. Infantes do Antigo Testamento entraram na aliança Abraâmica, a circuncisão da carne. Se eles viessem à fé, isso se tornava um selo da justiça da fé, como foi com Abraão (Romanos 4). Agora, os nossos filhos da Nova Aliança entram na Nova Aliança, a circuncisão do coração, selados pelo Espírito Santo e o simbolizam pelo sinal do batismo de discípulos.

Alegro-me de ver um reavivamento de crenças Reformadas em nossas igrejas Batistas em todo o país. Batistas estão redescobrindo suas raízes Reformadas. No entanto, a obra da restauração da verdade Bíblica custou a muitos pastores seus empregos e a paz de espírito de suas famílias. Em amor, eu desafio as pessoas com convicções Batistas a não aceitarem muito rapidamente um refúgio acolhedor nas igrejas pedobatistas. Permaneçam firmes com os Batistas "confirmar os restantes” [Apocalipse 3:2], em vez de fugirem para o que parece ser um ambiente mais acolhedor.

É triste ver pastores Batistas e leigos encobrirem o batismo, a fim de servirem em igrejas Pedobatista. Antes que qualquer mudança seja contemplada, a Palavra de Deus deve ser estudada sobre o assunto, com diligência e honestidade. Pastores fazem votos sobre tais coisas. Os Batistas hoje precisam de sacrificiais Luteros, Calvinos e Bunyans em nossos púlpitos e bancos para que considerem o custo da construção de igrejas Biblicamente Reformadas e Batistas, de discípulos fiéis. Isso deve ser feito. Isso pode ser feito. E pela graça de Deus, isso está sendo feito, com frequência cada vez maior em todo o mundo.

Finalmente, depois de termos passado por tantas lutas sobre a questão do batismo Cristão, só posso sinceramente implorar pela unidade e entendimento entre os Batistas e os irmãos pedobatista que detêm as grandes doutrinas da graça em comum para a glória de Deus em Sua igreja”.

Cristo nos ilumine! Deus Seja Louvado! Amém e Amém!

[O texto deste e-book é a tradução do clássico, “A String of Pearls Unstrung. A Theological Journey into Believers’ Baptism”, por Fred A. Malone; além do Apêndice “Infant Baptism and the Regulative Principle of Worship” (Batismo Infantil e o Princípio Regulador do Culto”, pelo mesmo autor)].

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• Fonte: Founders Ministries | Copyright © 1998 Founders Press.

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4 - Uma apresentação das Igrejas Batistas Reformadas.

 




 Uma apresentação das Igrejas Batistas Reformadas.


Prezado leitor, neste pequeno livro quero apresentá-lo as Igrejas Batistas Reformadas. Nós, Batistas Reformados, anunciamos o Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo como a única esperança para cada homem e mulher. Talvez você se sinta confuso sobre questões importantes da existência como: “Existe Deus? Qual o sentido da vida? Como posso ser feliz? Por que o mundo é como é? O que vem depois da morte?”. Os batistas reformados tem a intenção de ajudá-lo nestas questões através do estudo da Palavra de Deus que realizamos regularmente em nossos cultos. Desejo com este texto1 incentivá-lo a participar de um culto em uma igreja batista. Penso que se você conhecer quem somos poderá se interessar em estar conosco. Assim, peço a sua leitura atenciosa por alguns momentos. Vamos lá.

O EVANGELHO DE CRISTO.
Autoria deste tópico: Coelho Junior.

Cremos que só existe um Evangelho. É o da Bíblia, pois ela é a Palavra de Deus para o homem. Assim não há alguma coisa como minha verdade e a verdade do outro, mas A Verdade que é Cristo conforme Deus a revelou nas Escrituras (Jo 14:6, Jo 5:39).

Qual o conteúdo do Evangelho bíblico? Vejamos em alguns pontos:

1  Todo o homem é pecador (Ec 7:20, I Re 8:46, II Cr 6:36, Rm 3:23),O pecado implica em que:

A – Deus é o único Deus e os homens têm adorado falsos deuses (Dt 6:4, 5; Dt 6:14, Jr 16:11, Rm 1:25).

B – Os homens são rebeldes a Deus e esta rebeldia está na raiz, ou seja, no coração, e se manifesta nos desejos e práticas (Sl 36:1,2; Jr 17:9; Mt 15:19).

2  Devido ao pecado todo o homem é inimigo de Deus, e atrai a si próprio a justa ira divina (Sl 2; Pv 1:20-33; Jo 3:36).

3  O homem não pode se justificar diante de Deus por mais que se esforce, pois seu coração é pecaminoso e Deus é Santíssimo. O padrão divino é alto demais e os homens, pecadores que são, não o podem alcançar. Assim as melhores obras de justiça da humanidade diante de Deus não passam de um trapo imundo (Is 64:6). Nossas melhores obras estão manchadas pelo pecado. Não há mérito nas obras. O homem por si só está perdido e ao morrer irremediavelmente vai para o inferno e no juízo será condenado (Mt 23:33; Ap 20:11-15).

4 – Mas Cristo é o Salvador, pois veio pagar a dívida dos que Deus vai salvar da ira vindoura. Cristo é o Deus encarnado, a segunda pessoa da Trindade (Jo 1:1; Jo 1:14; Mt 28:19). Ele pagou a dívida morrendo em lugar de seu povo na Cruz. (Jo 6:51-56; Jo 10:11-18).  Lá Ele levou sobre si a Ira de Deus que estava destinada a pecadores. Na Cruz Cristo os substituiu e pagou o preço derramando seu sangue (Mt 26:28; Hb 9:22; I Pe 1:17-21). Apenas Cristo salva. A salvação não é por nossos méritos mas por Ele, pois Ele pagou o preço.

5  Diante destes fatos devemos:

A – Nos arrepender de nossos pecados. Arrependimento é reconhecer que somos grandes pecadores contra o Santo Deus. É reconhecer que temos sido idólatras e rebeldes. É reconhecer que diante disso só merecemos a justa ira de Deus e a condenação eterna. É odiar o pecado e desejar de coração a Deus e sua Santa Vontade (Mc 1;15; At 2:28; At 3:19).

B – Devemos crer em Cristo, devemos ter fé Nele como Nosso Único Salvador. Devemos desistir de confiar em nossas justiças, ou em boas obras, ou em nossa religiosidade ou moralidade, reconhecendo que elas não podem nos salvar, pois diante de Deus são trapos imundos. Devemos confiar apenas, apenas, apenas, apenas em Cristo como o que morreu por nossos pecados na Cruz pagando nossa dívida.  Isso é fé (Habacuque 2:4; At 20:21; At 26:18; Jo 6:40).

C – Os que não crerem serão condenados (Mc 16:15-16, Jo 8:24).

Esse é o Evangelho da Bíblia, esse é o Evangelho de Deus. Trata-se da Palavra de Deus. Ninguém será salvo a não ser que volte-se do pecado e confie em Cristo. Toda a humanidade é pecadora. Só merece a condenação Justa de Deus no Inferno. Por isso anunciamos a cada um a necessidade eterna. Falamos-lhes de suas almas eternas. Cristo apenas Cristo, e não as obras, é Única Salvação. Todos devem procurar conhecer a Cristo ouvindo em um culto a pregação que se baseia na Escritura Sagrada. Todos devem ler a Bíblia buscando a Cristo. Todos devem orar a Deus clamando por iluminação de seu Espírito Santo para que o Senhor revele quem de fato é Cristo, o seu amado Filho. Por isso exortamos a todos que deixem seus preconceitos e diante de Deus reflitam se estão em boas relações com Ele conforme nos ensina a Escritura. Exortamos a todos que reflitam, orem, arrependam-se, e creiam em Cristo como Único Salvador e Senhor.

IGREJA

A igreja é a comunidade local de crentes reunidos para adoração e ministério. A igreja é a reunião de pessoas, homens e mulheres, de todos os povos, línguas e nações que foram regeneradas pelo Espírito Santo, batizadas em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. “Uma igreja local, reunida e completamente organizada de acordo com a mente de Cristo, consiste de oficiais e membros. Os oficiais designados por Cristo serão escolhidos e consagrados pela igreja congregada”. Nós não reconhecemos nenhuma autoridade eclesiástica maior que a igreja local. A igreja local é uma família espiritual em que as relações devem ser abertas e honestas.

BATISTA

O nome “Batista” é, para nós, uma forma abreviada e proposicional para transmitir certas verdades. Primeiramente, queremos afirmar as verdades bíblicas com referência àqueles que devem ser batizados. A Bíblia não é silenciosa nem tampouco obscura quanto a esta questão. O fato de ser o batismo exclusivo para aqueles que são discípulos, é um ensino claro na Palavra de Deus (Mt 28.19). O mandamento sobre quem deve ser batizado não se descobre no livro de Gênesis, e sim nos Evangelhos e nas cartas apostólicas. Não existe qualquer evidência explícita e satisfatória na Palavra de Deus que possa, legitimamente, sustentar a noção de que os infantes de pais crentes devam ser batizados. Todo mandamento bíblico em particular, assim como todo exemplo e toda afirmação bíblica concernente aos candidatos ao batismo, atestam que estes devem ser somente aqueles que são convertidos.

O nome Batista é, em segundo lugar, usado para transmitir nossa persuasão de que somente aqueles que são genuinamente convertidos e batizados têm o direito a membresia na igreja de Cristo. A isto freqüentemente aludimos como “membresia regenerada” (isto é, membresia daqueles que o Espírito Santo deu um novo coração). Uma leitura cuidadosa das epístolas do Novo Testamento demonstrará que os apóstolos presumiram serem os seus leitores, “santos”, “irmãos fiéis” e “limpos por Cristo” (1 Co 1.2; Cl 1.2).

Infelizmente, em nossos dias muitas são as igrejas batistas que estão mais ocupadas em ter uma membresia de pessoas que fizeram “decisões”, ou uma membresia batizada, do que com uma membresia regenerada. É trágico que tal coisa tenha que ser mencionada. Vivemos nos dias do “decisionismo” e da “fé fácil”. Muitos são deixados na impressão de que converteram-se proferindo certa fórmula de oração, caminhando ao altar, levantando a mão ou assinando um cartão. Não importa se de fato
romperam com o pecado e passaram a buscar uma vida de santidade (Hb 12.14). Alega-se que eles, embora vivendo para si mesmos e para o mundo, estão a caminho do céu.

Entretanto, é dever dos pastores, como de todos aqueles que pertencem a igrejas verdadeiras, se assegurarem o melhor possível, de acordo com suas habilidades, que nenhuma pessoa não convertida venha a tornar-se membro de suas igrejas. Aqueles que professam terem a Cristo, deverão tê-lo integralmente, em todos os seus três ofícios: Profeta, Sacerdote e Rei.

Doutrinariamente, os Batistas possuem algumas particularidades: crença no batismo adulto por imersão; celebração das ordenanças do batismo e também da ceia memorial (não-sacramental); separação entre Igreja e Estado e autonomia das igrejas locais.

REFORMADA

Assumimos este nome “Reformada” de forma proposicional e por duas razões específicas: primeiramente porque nos ajuda a explicar algo de nossas raízes histórica e teológica. Nós mantemos um corpo de confissões teológicas comumente chamadas de Fé Reformada – aquelas verdades da Palavra de Deus que foram afirmadas pela igreja primitiva e reavivadas pela Reforma Protestante. Verdades bíblicas tais como Sola Fide (justificação somente pela fé), Sola Gratia (salvação somente pela graça de Deus), Solus Christus (Cristo somente, o Salvador dos pecadores), Sola Scriptura (a Bíblia, e somente ela, como base de fé e prática) e Soli Deo Gloria (a Deus somente, toda glória na salvação dos pecadores), entre os grandes pilares da Fé Reformada.

A teologia reformada é fundamentada na doutrina da soberania de Deus. Os reformados entendem ser herdeiros de uma teologia que passa por Paulo, Agostinho, Lutero, Calvino e os teólogos puritanos, entre outros.  A Teologia Reformada enfatiza as doutrinas da graça, que podem ser resumidas em Cinco Pontos: Depravação Total, Eleição Incondicional, Expiação Limitada, Graça Irresistível e Perseverança dos Salvos.

Talvez mais conhecida por sua doutrina da salvação, a Fé Reformada ensina (assim como ensinam as Escrituras) que, antes de o mundo ter sido criado, Deus o Pai, soberanamente, escolheu certos pecadores para a salvação de acordo com o Seu beneplácito (Ef 1.3-5). A Seu próprio tempo, Deus o Filho veio e morreu pelos pecados dos escolhidos (Jo 10.14-18). Na conversão, Deus o Espírito Santo, trabalhando em harmonia com o decreto do Pai e a morte do Filho, aplica a obra de redenção ao eleito (Tt 3.5). Quando dizemos que somos Reformados, estamos afirmando que abraçamos como bíblico, o sistema de teologia comumente chamado de doutrinas da graça – aquelas doutrinas que afirmam a depravação total do homem, a natureza incondicional da eleição, o propósito particular ou limitado da redenção, o chamamento irresistível e eficaz, e a perseverança e preservação dos santos. Muitos dos grandes nomes da história da igreja estão associados a estas doutrinas. Enfatizamos, entretanto, que mantemos estas verdades, não simplesmente porque Agostinho, Calvino, Edwards, Spurgeon e outros grandes nomes da história da igreja também as abraçaram, mas porque, assim Jesus como os apóstolos, claramente as ensinaram.

A Fé Reformada, porém, abrange muito mais que a bíblica doutrina da salvação. Seus ensinos enfatizam ainda, o que concerne a outras verdades de grande importância como, por exemplo, a maneira em que nós, como crentes, devemos viver neste mundo e, ainda, como a igreja deve levar adiante a pregação do Evangelho, como conduzir nosso culto de adoração a Deus, e também como nossas igrejas devem ser governadas. Deste entendimento teológico emanaram grandes confissões, credos e catecismos Reformados. Entre os mais proeminentes estão os Cânones do Sínodo de Dort, a Confissão de Fé e o Catecismo de Westminster, e a Confissão de Fé e o Catecismo de Heidelberg. Nossa Confissão de Fé - a Confissão de Fé Batista Londrina publicada em 1689 (também conhecida como Segunda Confissão de Fé Batista Londrina) – está profundamente enraizada nestes documentos históricos e é substancialmente similar a Confissão de Westminster. Por estas razões teológicas e históricas, nos chamamos de cristãos “Reformados”.

Também usamos este termo “Reformada” de um segundo modo e por uma segunda razão: estamos buscando reformar-nos a nós mesmos e às nossas igrejas de acordo com os ensinos da Palavra de Deus, a Bíblia. Em nossos dias atuais, com freqüência ouvimos chamados de muitos púlpitos para uma reforma da igreja. Porém, tais chamados, em muitos casos, visam ao esforço de mover a igreja para ainda mais distante de suas raízes bíblicas e históricas, na direção do que é moderno, contemporâneo e inovador; a uma teologia centrada no homem e seus interesses físicos e seculares. Existem, sem dúvida, muitas reformas em progresso, mas não conformadas aos padrões bíblicos, e onde o poder de Deus, Sua majestade e glória são omitidos, se não totalmente relegados ao esquecimento. Ao nos declararmos “Reformados”, estamos fazendo de nosso alvo e ambição nos posicionarmos cada vez mais em alinhamento com as Escrituras. Neste sentido, o termo “Reformado” não tem conotação estática. Desejamos fazer o caminho de volta às Escrituras, examinando-nos constantemente. E não o fazemos simplesmente porque os Puritanos do passado o fizeram, ou porque outros Reformados contemporâneos o fazem. Nós almejamos fazer tudo o que vemos revelado em nossas Bíblias, como sendo a vontade de Cristo para Sua igreja.

Cremos que a Igreja Batista Reformada é um projeto de DEUS para a proclamação de sua Palavra tal qual ela é, resgatando a interpretação sadia das doutrinas bíblicas de forma responsável e comprometida com a verdade, através da observação da doutrina dos Apóstolos e dos Reformadores da Igreja.

REFERÊNCIAS DOUTRINÁRIAS.

Nossas referências teológicas e doutrinárias são decorrentes da Escritura, considerada nossa única regra de fé e prática. Assim, subscrevemos a Confissão de Fé Batista de 1689 como um manual de fé que sistematiza as doutrinas bíblicas. Também respeitamos e consideramos o imenso legado histórico dos cristãos verdadeiros que nos antecederam, principalmente no período desde a Reforma Protestante. Tais referências podem ser resumidas, para efeitos didáticos, em cinco pontos das Igrejas Batistas Reformadas (fonte: site http://www.bomcaminho.com/) Eis este breve esboço de nossas convicções distintivas.

I. REFORMADA

A. Sola Scriptura – A Bíblia é a autoridade completa, fechada e clara em todas as matérias de fé.

B. Solus Christus – Nossa confiança para a salvação está somente em Jesus Cristo.

 C. Sola Gratia – a Graça assegurou a redenção sem referência a obras.

 D. Sola Fide – Somos declarados justos por Deus somente pela fé.

 E. Soli Deo Gloria – A finalidade da criação e redenção é a glória de Deus.

II. CALVINISTA

A. Depravação total – A queda de Adão afetou a totalidade da pessoa do homem.

 B. Eleição incondicional – A Eleição não é baseada na presciência da fé ou em obras.

 C. Expiação limitada – A redenção foi obtida por Cristo para os eleitos.

 D. Graça irresistível – A regeneração pelo Espírito santo é eficaz para os eleitos.


 E. Perseverança dos Santos – Deus vai, pela graça, completar o que Ele começou na regeneração.

III. PURITANA

A. Piedade na Adoração – Princípio Regulador do Culto, o Dia do Senhor como um Sabbath Cristão.

B. Piedade na Pregação – Primazia da pregação. Ênfase na exposição e na aplicação.

C. Piedade na Instrução – Confessional e católica. Propagar aquilo que nós cremos que a Bíblia ensina.

D. Piedade na Família – Pais devem instruir (catequizar) e disciplinar os seus filhos no Senhor.

E. Piedade no Comportamento – Manter uma boa consciência diante de Deus e dos homens.

IV. PACTUAL

A. Unidade da Bíblia – Muitas partes, mas uma só mensagem.

B. Interpretação Cristocêntrica – a pessoa de Jesus, Sua obra e Seu reino, é o tema da Bíblia.

C. Distinção entre Lei / Evangelho – A Lei ordena e condena. O Evangelho salva.

D. Um meio de salvação – Cristo salvou todos os eleitos ao longo de todas as eras.

E. Visão otimista da história – Jesus Cristo é agora Rei, reinando sobre todos. Ele virá em breve.

V. BATISTA

A. Prática Eclesiástica Bíblica – Ordenanças só para crentes. Disciplina da igreja exercida com amor.

B. Liberdade Eclesiástica Bíblica – O estado não deve intrometer-se em assuntos da consciência.

C. Governo de Igreja Bíblico – Presbíteros e diáconos. A congregação local escolhe seus líderes.

D. Crescimento de Igreja Bíblico – Proclamação do Evangelho para o mundo. Arrependimento e Fé exigidos de todos.

E. Ministério Eclesiástico Bíblico – Sacerdócio de todos os crentes. 



O QUE ENFATIZAMOS?

1.             SUFICIÊNCIA DA PALAVRA DE DEUS: A Bíblia é revestida de total suficiência para conduzir o homem à salvação. Nada será necessário fora a Bíblia. Nenhuma sabedoria humana, nenhuma inteligência poderão acrescentar um “til” sequer ao conteúdo da Palavra de Deus. A suficiência da Palavra de Deus reside no fato de que somente Deus sabe o que é necessário para salvar pecadores e isso Ele se dispôs a colocar na sua Palavra.

2.             A GLÓRIA DE DEUS – Deus é o Único Deus. Por isso deve receber toda a glória.

3.             A QUEDA – As Escrituras chamam de 'queda' ao efeito da desobediência que sofreram os nossos primeiros pais no Éden. O pacto que Deus havia feito com Adão rezava que a desobediência seria punida com a morte espiritual e física, e assim sucedeu. A queda, portanto, não foi uma alienação passageira, não foi um escorregão seguido de um levantar-se, pelo contrário, foi uma queda seguida de morte. Dessa maneira, o homem perdeu completamente a noção do Deus salvador. Espiritualmente, o homem morreu. Fisicamente, o homem começou a morrer. Moralmente, ele tornou-se totalmente depravado.

4.             O PACTO DE DEUS – Antes da queda, quando Adão era perfeito, Deus se achegou a ele e lhe impôs um pacto, chamado pacto de obras, no qual Adão ganharia a vida eterna se obedecesse às cláusulas e morreria se desobedecesse. Adão, estando ainda perfeito, desobedeceu, e Deus, cumprindo a promessa de morte, o matou. Deus, na sua condescendência, fez entrar em vigor outro pacto, o pacto da graça, contratado entre Ele e o Filho Eterno, pacto esse de natureza inquebrável, que não poderia ser rompido jamais, pois as partes contratantes são perfeitas e eternas. Nesse pacto, Deus deu um povo a Jesus e Jesus morreu por esse povo (João 17.6,9). Nesse pacto o homem ficou de fora do processo contratante. Ele não é nem uma parte nem outra, mas apenas beneficiário. Somente os que foram dados por Deus a Jesus serão beneficiados nesse pacto. Por isso a salvação é pela graça.

5.             SANTIFICAÇÃO – É o processo, operado por Deus, no qual os crentes são conformados à imagem de Jesus, pois para isso foram predestinados. Nesse processo o Espírito de Deus mortifica as práticas antigas, os pensamentos vãos e as palavras mundanas. A santificação consiste na obra do Espírito em levar o crente de volta para a Lei moral de Deus, para que a cumpra com prazer, com fidelidade, com confissão de pecados quando transgrida. O homem é salvo pela graça e é santificado pelo cumprimento da perfeita Lei de Deus.

6.             PERSEVERANÇA DOS SANTOS – Os crentes jamais perderão a salvação. Eles foram salvos pela graça, sem que tivessem feito absolutamente nada, e, por conseguinte, nada que fizerem de errado será passível de que percam a salvação. Por outro lado, todos os que são salvos, são salvos para a santificação do Espírito e fé na verdade. Desta forma, os salvos aborrecerão o pecado, odiarão a forma anterior em que viviam e terão como único objetivo viver para a glória de Deus.

7.             A LEI DE DEUS – A lei civil para Israel no Antigo Testamento (que cessou com o antigo estado de Israel), a lei cerimonial, que consistia em ritos e cerimônias que prefiguravam Cristo (que cessou com a chegada daquele para quem apontava, o Messias) e a lei Moral de Deus, o Decálogo, de validade perpétua, para todos os homens, em todas as épocas. Os dez mandamentos, portanto, representam o perfeito caráter de Deus, representam aquilo que Ele ama, representa aquilo que Ele deseja que os seus filhos vivam. Os quatro primeiros mandamentos dizem respeito ao relacionamento pessoal de cada crente com Deus, ou seja, dizem respeito ao culto que todo crente deve prestar ao Senhor, seja no templo, seja o culto contínuo; e os seis mandamentos restantes dizem respeito ao relacionamento do homem com o homem. Jesus condensou os quatro primeiros no amor a Deus e os seis últimos, no amor ao próximo. Bênçãos estão prometidas sobre os que obedecem à lei, e maldições impostas sobre os transgressores.

8.             O DIA DO SENHOR – Foi instituído na semana da criação e mais tarde promulgado como fazendo parte da lei Moral de Deus. O quarto mandamento inicia-se com um "lembra-te", significando que esse dia não é novidade, mas que foi ordenado que se guardasse desde a criação. Os homens podem realizar todas as suas tarefas nos seis dias da semana, mas no dia do Senhor, devem parar e adorar a Deus, exclusivamente. Nesse dia não devemos trabalhar, nem o nosso empregado, nem o nosso animal, nem devemos usufruir o trabalho dos outros, a não ser em ocasiões de necessidade e misericórdia (plantonistas de serviços essenciais; socorro aos necessitados). Esse dia deve ser gasto em adoração (particular ou em público), em leitura da Bíblia, em orações, em exercícios espirituais, em comunhão com a Igreja. Nesse dia o Senhor, na sua bondade, recarrega as nossas 'baterias espirituais' para que vivamos nova semana honrando o seu Nome.

9.             MATRIMÔNIO – O Casamento foi instituído por Deus e é indissolúvel. Os solteiros devem buscar insistentemente, em oração, a Deus o cônjuge que seja da sua vontade. Os casados devem manter o casamento à luz da Palavra de Deus como uma bênção indizível. O perdão deve ser constantemente praticado como forma de corrigir as falhas do dia-a-dia. O divórcio de nenhum modo é admitido entre crentes no Senhor Jesus, mas foi 'permitido' apenas para os que vivem na dureza dos corações. A mulher deve submissão ao marido como ao Senhor. Se ela não for submissa ao seu marido é porque não teme ao Senhor nem lhe é submissa. O marido é devedor de amar a esposa da mesma forma e intensidade com que o Senhor amou a Sua Igreja. O governo do marido sobre a esposa, dentro do casamento, foi por decreto de Deus.

10.         DISCIPLINA – Uma das marcas da Igreja verdadeira é a aplicação da disciplina. Todos os membros da Igreja ainda trazem no coração a velha natureza, que reclamará atenção e satisfação, estando, desta forma, os crentes, sujeitos ao pecado e ao endurecimento em certas áreas da vida. A exortação particular, a exortação acompanhada e a exortação pública, são meios pelos quais o Espírito de Deus utiliza para fazer retornar o crente à comunhão do corpo e ao seu perfeito senso. Caso isso não aconteça, o crente deverá ser considerado pela Igreja como gentio e publicano, e isso autorizada pela Palavra do Senhor exarada no capítulo 18 de Mateus. Enquanto a pregação é a exposição do ensino, a disciplina é a prática do ensino. Todos os crentes devem se exortar mutuamente, cada dia, no tempo que se chama Hoje. A disciplina eclesiástica é incompatível com a maledicência, com a calúnia, com a difamação. Portanto, se alguém vir a seu irmão pecar, dirija-se a ele, você e ele sós, e isso em espírito de brandura (Gl 6.1), a fim de recuperar o irmão que está no erro, seja ele qual for.
Fonte: Questões Básicas para profissão de Fé da PIBRC, com exceção do ponto 2 que é de Coelho Junior.


O QUE COMBATEMOS?

O Apóstolo Paulo nos afirmou que nossa luta não é contra a carne ou contra o sangue, mas contra os “Principados e Potestades” e contra as “hostes espirituais da maldade” que estão presentes também em nossa época. Existem muitos falsos mestres na atualidade, que se aproveitam da  superficialidade cristã característica dos nossos dias para espalhar doutrinas heréticas, dentre as quais podemos destacar:

1 – TEISMO ABERTO ou TEOLOGIA RELACIONAL – alega que Deus não conhece o futuro, não controla a história, não tem poder de fazer o que Ele gostaria. Pregam que o maior atributo de Deus é o amor, ficando em segundo plano sua justiça e ira contra o pecado.

2 – TEOLOGIA DA PROSPERIDADE – Para os “desesperados” por “prosperidade”, o reino de Deus está neste mundo, portanto o crente deve ser sempre abastado, nunca passar por dificuldades. Sua pregação está centrada no materialismo e não em Cristo.

3 – TEOLOGIA DO PROCESSO – Filosofia mundana que ensina que Deus criou o mundo e depois o deixou a mercê do seu próprio destino. Ou seja, O Deus soberano não controla sua criação.

4 – TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO – Outra heresia antiga que diz que os homens são justificados pelas suas obras, como por exemplo a caridade, a luta pelos menos favorecidos e minorias e a preocupação social. Estas coisas, segundo seus seguidores, também levam à salvação.

5 – TEOLOGIA LIBERAL – afirma a existência de Deus, mas nega sua intervenção na história, através da Revelação, bem como dos milagres e sua providência. Para eles a Bíblia tem passagens que não passam de contos de fadas.

6 – ANTINOMINISMO – coloca a graça de Deus em oposição ao seu próprio governo. Para estes, toda Lei foi abolida, inclusive a Lei Moral de Deus.

7 – PÓS-MODERNIDADE – criou uma religiosidade subjetiva, onde o homem não tem culpa, a culpa sempre é de um terceiro, ou do meio social opressor, etc. Procura justificar o pecado e anular a condenação de Deus aos pecadores.

8 – PLURALISMO/ECUMENISMO – prega uma visão de incluvisismo eclético, que propõe a tolerância com várias correntes teológicas ainda que estas sejam contraditórias, afinal, segundo esta heresia, “somos todos filhos de Deus”, portanto podemos segui-Lo de qualquer forma.

9 – CONFISSÃO POSITIVA -  segundo esta filosofia demoníaca, as palavras dos seres humanos ou atitudes “positivas”, pensamentos otimistas, podem abençoar as pessoas. Então, segundo eles, crentes não ficam doentes, não tem dívidas, não tem problemas, etc.

10 – TEOLOGIA DAS “MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS” – heresia não bíblica que afirma que nossos pecados são herdados de nossos familiares e que pagamos pelo pecados de terceiros;

11 – DUALISMO RELIGIOSO (MANIQUEÍSMO) – muito comum na atualidade, esta corrente de pensamento crê que existem duas forças opostas, dependentes e de igual intensidade agindo no mundo. Deus x diabo; Bem x mal. Afirmam ainda que os dois lados se equivalem e que um não existe sem o outro. Muitas liturgias falam mais no diabo e seus demônios que no próprio Cristo.

12 – RELATIVISMO – segundo esta infernal heresia, não existem absolutos morais ou espirituais. Ou seja, vários caminhos levam a Deus, ou mesmo, existem caminhos alternativos ao cristianismo, que também levam a Deus.

13 – PRAGMATISMO – Para os pragmáticos, os fins justificam os meios. Não há preocupação com a verdade absoluta da Bíblia, mas se uma heresia der resultados, principalmente se fizer a igreja crescer numericamente, então está tudo bem. Assim, pode-se abrir mão da teologia, da doutrina e da própria moral, caso isto traga “resultados”.

As Igrejas Batistas Reformadas se posicionam veementemente contra essas práticas heréticas destacadas acima. Elas não são respaldadas pela Escritura e, portanto, não podem ser defendidas ou sequer toleradas na santa Igreja de Cristo. Por isso as declaramos malditas.

Fonte: http://www.pibrt.org/

Obs: Parte deste texto foi extraída do Site da Primeira Igreja Batista Reformada em Taguatinga e das Questões básicas da Primeira Igreja Batista reformada em Caruaru.

B - Vídeos:

1 - Estudos na Confissão de Fé Batista de 1689. 

Estudos explicando e aplicando as doutrinas da Confissão de Fé Batista de 1689. Clique aqui.

2 - Batistas Reformados.

Nestes estudos procura-se responder as seguintes perguntas: Quem são os batistas reformados? Qual o conteúdo e de onde vem o Evangelho que pregam? Quais suas origens e doutrinas fundamentais? Onde eles baseiam suas crenças? Como eles vivem, cultuam e evangelizam? O que eles enfatizam e combatem?  Esta é uma série de estudos que procura mostrar a identidade batista reformada. Clique aqui.


PARA MAIS INFORMAÇÕES ACESSE: 













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