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terça-feira, 29 de julho de 2014

Somos como Maria ou como Judas?* – João 12:1-11 - Texto áudio e vídeo - Manoel Coelho Jr. .



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I – INTRODUÇÃO:

O Senhor chega a Betânia após um período de isolamento. Isso causa alegria entre as pessoas, que o recebem e lhe oferecem uma ceia na casa de Simão, o leproso (Mc 14:3-9). Lázaro é um dos que estão à mesa com Cristo e Marta os serve. Mas é o que Maria faz que resplandece como o evento mais importante do episódio, pois mostra sua atitude em relação a Cristo como também atitude oposta por parte de Judas. Acrescente-se o fato da nova determinação dos inimigos de Cristo de também matarem a Lázaro por ser este uma prova viva de um grande milagre por parte de Nosso Senhor. Tudo isso nos mostra essencialmente uma verdade: As reações diante de Cristo são basicamente duas, isto é, ou o amamos ou o odiamos amando as coisas desta vida. Cada um de meus leitores está em uma destas posições. Não há neutralidade. Olhemos agora para o texto com mais cuidado aplicando a nossas vidas esta verdade básica.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Batistas Reformados – Graça Irresistível – Parte II* – Manoel Coelho Jr.

Neste estudo continuaremos o olhar para as evidências da graça irresistível nas Escrituras observando as vida de Pedro e Judas.

1 - A graça na vida de Pedro guardando-o da carne e de satanás:

Indo Jesus para os lados de Cesaréia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem? E eles responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas. Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus. Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus. Então, advertiu os discípulos de que a ninguém dissessem ser ele o Cristo. Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia. E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens.” Mt 16: 13-23.

Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura.” Jo 17:12

2 - Ausência da graça na vida de Judas deixando-o exposto a sua ganância carnal e ao diabo:

Durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que traísse a Jesus,” Jo 13:12.

Ele disse: - Quanto vocês me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata.” Mt 26:15.


 “Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura.” Jo 17:12.


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*Estudo da EBD de 27 de Julho de 2014, na Congregação Batista reformada em Belém. 

sábado, 26 de julho de 2014

E-book : A Queda, a Depravação Total do Homem em seu Estado Natural e a sua Total Incapacidade de vir a Cristo para ter Vida.


CONTEÚDO: 

PARTE I 

Introdução à Doutrina da Depravação Humana – A.W. Pink 
As Evidências da Depravação Humana – A.W. Pink 
Não é Razoável que Pessoas Não-Convertidas se Alegrem – R. M.M´Cheyne
Sermão Nº 299, Pecado Imensurável – C. H. Spurgeon 
A Doutrina da Absoluta Inabilidade – John MacArthur
As Ramificações da Depravação Humana – A.W. Pink
A Terrível Condição dos Homens Naturais – R. M.M´Cheyne 
A Pecaminosidade do Estado Natural do Homem – Thomas Boston 
O Terrível Estado Dos Não-Convertidos – Jonathan Edwards
Um Verdadeiro Mapa do Estado Miserável do Homem por Natureza – Christopher Love
Homens em Seu Estado Caído – John Newton
As Consequências da Depravação Humana – A.W. Pink
A Depravação Total do Homem e a Sua Necessidade de Um Salvador – Paul Washer
A Porção dos Ímpios – Jonathan Edwards
O Remédio de Deus para a Depravação Humana – A.W. Pink
A Necessidade da Morte de Cristo – Stephen Charnock 
Inimigos Reconciliados Pela Morte – R. M.M´Cheyne
A Gloriosa Bem-Aventurança Proposta no Evangelho para os Pecadores – A.W. Pink. 

PARTE II 

Uma Breve Exortação Evangélica – Paul Washer
Uma Palavra Sincera Aos Não-Convertidos – Richard Baxter
Perdão Para Grandes Pecadores – Jonathan Edwards
Sermão Nº 1434, Jesus! – C.H. Spurgeon 
Ele Me Amou, e Se Entregou por Mim – John Piper
Sermão Nº 2563, Graça Para o Culpado – C. H. Spurgeon
Semper Idem ou a Imutável Misericórdia de Cristo – Thomas Adams
Sermão Nº 233, A Livre Graça – C. H. Spurgeon
O Som Alegre do Evangelho da Graça de Deus – Augustus Toplady
Sermão Nº 501, Graça Abundante – C. H. Spurgeon
A Plenitude do Mediador – John Gill


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Planejando a morte de Cristo – João 11:47-57 - Texto áudio e vídeo - Manoel Coelho Jr.



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I – INTRODUÇÃO:

Os fatos narrados neste texto são consequência natural dos anteriores. Visto que os incrédulos foram procurar os fariseus para relatarem o que Cristo fazia, os inimigos se reúnem para decidir o que fazer para resolver de uma vez por todas o problema, que para eles era o próprio Cristo. A decisão amplamente apoiada foi a favorável a morte de Cristo. Mas não devemos achar que este é um caso isolado. Não devemos pensar que isto em nada se relaciona conosco. Não devemos pensar que estas pessoas são muito más, o que difere de nós que somos boas pessoas, pois jamais mataríamos a Cristo. Quem pensa assim está muito enganado. Na verdade cada homem e mulher está ou já esteve do lado dos assassinos de Cristo, no sentido de que ama ao pecado e odeia a Deus. Cada homem não convertido está do lado dos inimigos de Cristo. Por outro lado, há uma obra de Deus no mundo realizada em Cristo. Cristo morreu pelo seu povo e este o ama, pois por Ele foi amado. Devemos olhar este texto com muita seriedade pensando sobre o lado em que nos encontramos. Afinal, estamos do lado do pecado ou de Cristo? Somos inimigos ou amado pelo Senhor?

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Amor: essência do discipulado cristão – Fabiano Rocha*.

A condição natural do homem sem Deus é o ódio, que é demonstrado em inimizade tanto para com o criador como para com suas criaturas. Essa condição, entretanto, é mudada e transformada em amor pela decisão anterior de Deus em amar o homem. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito”. Por conta disso a Palavra de Deus constitui-se em firme exortação a que deixemos que o amor, que é caracterizado como a evidencia de uma vida transformada, domine todos os nossos relacionamentos. Isso por que pessoas que foram primeiramente amadas e redimidas na cruz por Cristo devem demonstrar amando a Deus e aos homens. O amor tem que ser a essência do discipulado cristão. Jesus disse que: “nisto conhecereis que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros. É evidente que o que Jesus quis dizer não é que o amor deve ser praticado só entre aqueles que são irmãos ou estejam na esfera da mesma relação conosco pela fé. A grande questão levantada por Ele é que não é mais o ódio que marca a vida dos filhos de Deus mas o amor, e se ele não for praticado primeiro entre os domésticos da fé, ele jamais será exercido em prol dos que estão fora da relação conosco no corpo de Cristo. O apostolo João em sua primeira epístola diz: “amados , amemos uns aos outros , por que o amor procede de Deus ; e todo aquele que ama é nascido de Deus”. Essa verdade é clara. Ainda que tivéssemos expressões legitimas de uma vida religiosa e elas não procedessem do amor, não teriam valor algum. O apostolo Paulo vai além dizendo que somos como metal que soa ou como sino que tine. O amor deve ser algo que permeia a comunidade cristã envolvendo todas as nossas ações e expressões de fé.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Estudo 26 - Batistas Reformados - Graça irresistível - Parte I* - Manoel Coelho Jr.

Neste estudo é feita uma breve análise de Rm 9:14-10:21 procurando-se demostrar o ensino bíblico sobre a Graça Irresistível e a Chamada Eficaz, sem as quais ninguém atenderá a pregação da Verdade, o que fica especialmente evidente no caso de Faraó. Em seguida examina-se textos no livro de Êxodo que esclarecem o ensino de Romanos 9 e 10.

Vê-se se em Faraó a dureza de coração que se manifesta em:

1 – Ignorância sobre Deus – Ex 5:1-5 e Rm 1:18-25.

2 – Falso arrependimento – Ex 9:23-30.

3 – Teimosia extrema – Ex 14: 1-8.

Faraó é o homem em seu estado caído que resiste a Palavra de Deus até a morte. Se não fosse a Graça de Deus ninguém seria salvo, pois o coração humano é duro e se endurece cada vez mais. Louvado seja Deus por sua Graça libertadora que dá aos seus um Novo Coração que atende a Palavra, e se arrepende e crê.   



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*Estudo da EBD de 20 de Junho de 2014 na Congregação Batista Reformada em Belém.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A Ressurreição e a Vida* – João 11: 17- 46 - Manoel Coelho Jr.



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I – INTRODUÇÃO:

O salário do pecado é a morte, mas Cristo é a Ressurreição e a Vida. Não há Verdade mais fundamental que esta. Dela depende nossa salvação ou perdição eterna. Não saber disso é completa desesperança, é viver iludido. Saber e não crer é perfeita loucura. Desde que Adão pecou imediatamente morreu espiritualmente, pois o pecado o tornou inimigo separado de Deus atraindo a ira Justa do Santo. No homem isso não pode ser mudado, mas Deus Soberanamente salva em Cristo, que veio morrer por seu Povo, tornando-se assim a Vida dele, o que não lhe será tirado. Fora de Cristo só há morte, mas em Cristo há Ressurreição e a Vida. A mensagem central deste texto e do anterior é esta, e nisto Deus em Cristo seria glorificado e os seus seriam abençoados. Mas a questão primordial que o texto nos apresenta é se de fato cremos nesta Verdade ou não. Você crê?