Viva a Reforma Protestante, viva a vitoriosa Igreja de Cristo! - Jorge Eudes Lago.
Há 495 anos, no dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero afixava suas 95 Teses na porta da igreja do Castelo de Wittenberg, Alemanha, convidando o povo ao debate sobre a venda de indulgências pela Igreja de Roma. Em duas semanas, as proposições do monge agostiniano já eram conhecidas em todos os rincões da Alemanha, e, em dois meses, espalharam-se por toda a Europa. Lutero, doutor em teologia, desde 1512, bem versado, portanto, nas Sagradas Escrituras, não teve, com sua iniciativa, o propósito de causar um cisma; apenas pretendeu debater publicamente o teor da bula papal, por ver nela abominável mercadejo do Evangelho gracioso de Deus. Com efeito, o papado estava indo longe demais: prometia-se um pedaço do céu a troco de prata e ouro, e na exata proporção destes; tiravam-se do purgatório (outra invenção do papado) almas de pecadores, por migalhas de pecúnia; perdoavam-se os pecados não mais por arrependimento, mediante a graça divina, mas por um punhado de moedas; a clemência divina...