Afrontando a Palavra de Deus - Edson Rozendo de Azevedo.

Leia: Marcos 14.27-31
Introdução – Quando terminou de participar da sua última páscoa, e depois de ter instituído a ceia, Jesus rumou com os discípulos para o monte das Oliveiras; já era noite naquela quinta-feira. No monte, Jesus continua a dar as últimas instruções para os seus apóstolos. Para Jesus, cada momento era precioso, pois que sabia da ordem exata dos acontecimentos daquela terrível noite e que se dariam dentro de mais alguns instantes, quando seria tirado abruptamente do meio dos seus amados, e eles ficariam sós. Por outro lado, para os apóstolos, aquela noite era uma noite como qualquer outra, sem nenhuma ameaça extraordinária; certamente alguns já começavam a se preparar para dormir, pois jamais imaginavam que, em poucas horas, estariam sem comandante e sem rumo, e com o forte sentimento de que tudo ruiu, uma vez que Jesus estaria preso, e isso pelas mãos de um traidor proveniente do próprio grupo apostólico.

A lição a ser ensinada por Jesus era mais uma das lições divinas, daquelas que nada têm a ver com as lições do mundo, daquelas que, quando são ouvidas, são capazes de torcer toda a estrutura lógica que adquirimos ao longo dos anos, tal é o grau de rejeição que instintivamente manifestamos. Jesus vai começar a falar da sua prisão iminente, da sua morte, da dispersão dos crentes, da sua ressurreição e do reagrupamento que promoverá em breve, das suas ovelhas dispersas. As lições são todas divinas, são a expressão da revelação de Deus. Então, o que se pode esperar como reação daqueles que hão de ouvir tais lições? É claro que esperamos que todos se curvem diante dos divinos ensinos e que se quebrantem e que elevem a gratidão a Deus por tudo quanto aprenderão, enfim, espera-se que os ouvintes daquelas preciosas promessas glorifiquem a Deus de uma maneira mais intensa ainda. Terá sido esse o caso? Será que as palavras de Jesus ecoaram positivamente sobre os apóstolos? Infelizmente não foi isso o que aconteceu. Tendo ouvido a Palavra de Deus, os apóstolos manifestaram incredulidade e desprezo, os apóstolos afrontaram o ensino de Jesus naquela ocasião, e isso capitaneados por Pedro. Mas não são somente eles.

Muitos cristãos também afrontam a Palavra de Deus. Perguntamos: de que forma um cristão pode afrontar a Palavra de Deus? Em primeiro lugar...

1 – Um cristão pode afrontar a Palavra de Deus por fazer oposição a ela – Ora, todo homem julga as coisas baseado naquilo que aprendeu, no sistema lógico que desenvolveu. Isso está correto enquanto se julga as coisas terrenas, mas, em se tratando das coisas espirituais, o instrumento de equidade é a fé. É com ela que entendemos as preciosas lições que nos advém da parte de Deus, e, claro, usando a mente, usando o entendimento (porém, subordinados à fé). E mesmo tendo fé, ainda enfrentamos certas dificuldades em entendermos muita coisa a respeito da Escritura. Por isso que somos constantemente exortados a desenvolver a salvação (a fé) com temor e tremor. A respeito dos crentes que não alimentam a fé adequadamente, o escritor aos hebreus chamou-os de “tardios em ouvir”, porque, quando já deveriam ser mestres na Escritura (pelo tempo decorrido) “ainda são crianças na fé e vivem a tomar leite continuamente”, não podendo tomar alimento sólido (Hb 5.11,12).

Os apóstolos estavam com Jesus há três anos. Vivenciaram o ministério terreno tendo ao lado o supremo Professor, no entanto, ainda havia lições difíceis de aprender, lições que, ao ouvirem, rejeitariam de imediato, sem pestanejar, lições que desprezariam sumariamente, sem sequer quererem ouvir a réplica, a explicação da parte de Jesus. Em Mc 14.26-28 está escrito [..]; A sala de aula é o monte das Oliveiras. A primeira parte da lição é que se aproximava um fato em que todos os discípulos se escandalizariam com o que aconteceria com Jesus. A palavra ‘escandalizar’, literalmente, significa “tornar-se desleal”, “tornar-se não confiável”; em outras palavras, o fato que aconteceria com Jesus faria com que os discípulos se tornassem desleais para com Ele, abandonassem-no, negassem-no, enfim, passassem a ser pessoas não confiáveis para Jesus. E o Mestre baseia sua afirmação numa revelação de Deus através do profeta Zacarias, onde Deus se coloca como Aquele que fere o pastor e dispersa as ovelhas (Zc 13.7), que assim está escrito: “Desperta ó espada, contra o meu pastor; fere o pastor e as ovelhas ficarão dispersas”. Quando Jesus repete a profecia, fá-lo de uma maneira fiel, disse Ele: “ferirei o pastor”. Quem ferirá? Deus ferirá o pastor; Jesus é Deus! Chamo a atenção para esse fato: Deus feriu o pastor (Zc 13.7); Deus lançou sobre Jesus todas as nossas iniquidades (Is 53.6); Deus fez com que Jesus se tornasse pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus (2 Co 5.21); Deus não poupou nem mesmo a seu próprio Filho, antes o entregou por nós (Rm 8.32). Deus
fez isso!

Jesus seria entregue à morte por crucifixão e as ovelhas seriam dispersas, dizia a profecia, e Jesus a repetiu para eles. Quando isso acontecesse, os discípulos se escandalizariam, passariam a ser desleais para com Jesus, deserdariam. Pergunto: Por que esse fato os tornaria desleais, infiéis? Resposta: Porque, naturalmente, não se pode crer num deus que morreu numa cruz! Os apóstolos raciocinariam assim: “Ora, Jesus, que fez tantos milagres, que realizou tantas intervenções sobrenaturais, que enfrentou a oposição dos maiorais da nação, que pronunciou palavras nunca dantes pronunciadas, que fez revelações da parte do Pai até então inéditas, que se igualou ao Pai Eterno inúmeras vezes, como, depois de tudo isso, Ele se torna tão frágil e se deixa delatar por um dos apóstolos escolhidos, e se deixa prender por uma guarnição de soldados, e, pior, é crucificado e morre!? Como esse homem pode ser Deus, o Deus Eterno, se a morte encerra todo projeto?” Essa seria a conclusão que haveria de ser produzida pela lógica daqueles homens que acompanharam Jesus por três anos. A fé daqueles homens ainda não seria capaz de ouvir muitas coisas a respeito da Palavra de Deus. Quando a fé é pequena, a lógica humana é poderosa; e quando a fé é grande, a lógica humana perde espaço no julgamento das questões divinas.

Na segunda parte da lição, Jesus completou com o ensino da esperança e da certeza. Disse Ele no v.28: “Mas depois da minha ressurreição, irei adiante de vós para a Galileia”. A primeira parte da lição foi o fel, o amargor (o pastor será ferido, isto é, morrerá), mas a segunda parte é o mel, o dulçor (mas depois da minha ressurreição, vou encontrar vocês novamente). Jesus será preso, crucificado e morrerá, mas depois ressuscitará; os apóstolos ouviram isso. Mas, parece que nada escutaram. (Quando não gostamos de determinado assunto, instintivamente bloqueamos a sua compreensão quando o ouvimos, e foi isso que aconteceu com aqueles homens: eles estavam tão bloqueados com relação ao assunto da morte de Jesus que sequer perceberam quando Ele disse que não ficaria na morte, mas que ressuscitaria)).

No v.29 está escrito [..]; Terminada a lição, levanta-se um dos apóstolos, Pedro, e diz palavras bonitas, elogiáveis, palavras que demonstram o seu cuidado e o seu zelo para com Jesus. Certo? Errado! A réplica, o recurso, só cabem quando tratamos com os nossos iguais, nunca com Deus. Replicar a Palavra de Deus significa afrontá-lo! “Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?” pergunta o apóstolo em Rm 9.20. Pedro, na verdade, quando pronuncia aquelas palavras de aparência zelosa, está na realidade afrontando a Palavra de Deus, opondo-se à ela. Nesse ponto alguém poderá dizer: “Mas Pedro se opôs a Jesus por causa do seu zelo por Jesus, não querendo que alguma coisa de ruim lhe acontecesse!”. Isso é verdade, mas a verdade maior é que Pedro afrontou a Palavra de Deus. Não podemos, sob o argumento de sermos zelosos por Deus, nos opor à sua Palavra. Pedro se disse mais sábio do que Jesus quando replicou as palavras ouvidas da boca do Mestre. As palavras de Jesus não se harmonizaram com a lógica humana de Pedro, com o seu acervo de conhecimentos aprendidos ao longo da sua vida. É bem possível que Pedro tenha pensado: “Lá vem Jesus de novo com essa história de morrer na cruz”. Para Pedro, a crucifixão era o tipo de pena capital que jamais se aplicaria a Jesus, uma vez que Ele não era nenhum malfeitor, ou mesmo transgressor da lei romana, além do que, Pedro sabia que somente uma pessoa da pior qualidade é que estaria sujeito a tal pena de morte, e esse não era o caso de Jesus. Pedro abre a boca e diz: “Ainda que todos se escandalizem, eu jamais!” Esse cuidado de Pedro com Jesus não o autoriza a desmerecer a Palavra de Deus! Deus não quer defensores que contradigam a sua Escritura! Deus dispensa esse tipo de zelo! Não podemos nos colocar em oposição à Palavra de Deus sob pretexto de zelo, ou sob qualquer pretexto! Nenhuma justificativa há para que nos coloquemos contrários à Palavra. Foi pronunciado? Está escrito? Então precisamos nos curvar em reverência e santo temor, porque o nosso Deus é um fogo consumidor! (Hb 12.29). 

Por que Pedro afrontou a Palavra de Deus? Por causa da autoconfiança, que é oposta à fé. Quando um homem cresce na fé, a primeira coisa que faz é abandonar a autoconfiança. Por outro lado, o reinado da autoconfiança alimenta a soberba, e Deus resiste ao soberbo (Tg 4.6), de modo que, a autoconfiança e a soberba geram afronta à Palavra de Deus. Então, se em primeiro lugar um cristão pode afrontar a Palavra de Deus opondo-se a ela... 

2 – em segundo lugar, um cristão pode afrontar a Palavra de Deus Insistindo nessa oposição – A afronta à Palavra de Deus é uma coisa tão séria, que não se deixa vencer facilmente. Em Mc 14.30-31 está escrito [..]; Nesse v.30 Jesus, pacientemente, argumenta com o seu apóstolo, reiterando as mesmas palavras, e acrescentando uma riqueza de detalhes incomum, com o objetivo de vencer a afronta, de superar a resistência, manifestadas por Pedro. Disse Jesus: o fato vai acontecer “hoje”, “nesta noite”, o galo “não cantará duas vezes”, e “tu me negarás três vezes!” Pedro, veja se consegue atentar para o que Eu estou lhe dizendo: Será hoje Pedro, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, você me negará três vezes, entendeu Pedro?! No v.31 está a resposta de Pedro [..]; Agora quem fala é Pedro: “Jesus, atente para o que eu vou lhe dizer: ainda que me seja necessário morrer com o Senhor, de modo nenhum eu lhe negaria, entendeu Jesus? Deu para entender de uma vez por todas? O Senhor está errado, pensando isso de mim! Calma Jesus, parece que o Senhor está ansioso! Fique frio” Quanta presunção! Quanta soberba! Quanto orgulho! A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda (Pv 16.18), e foi exatamente isso que aconteceu com o apóstolo. Pedro ouviu uma vez, a Palavra de Deus, da boca do próprio Deus e a afrontou; Ouviu segunda vez, com paciência por parte do que falou, com mais detalhes, com mais explicações, de uma forma autoritativa, infalível, mas mesmo assim a afrontou. Pedro não se deixou persuadir na primeira vez; ouviu segunda vez, e mesmo assim continuou endurecido, e parece que mais endurecido ainda.

O que precisamos notar nessa narrativa é que Pedro não foi o único a afrontar a Palavra de Deus. O final do v.31 nos informa que “Assim disseram todos”. Isto é, sob o argumento de estarem preocupados com Jesus, sob o argumento de impedirem a morte de Jesus, sob o argumento de quererem coisas boas para Jesus, os próprios apóstolos juntaram-se a Pedro e afrontaram a Palavra de Deus. No v.50 desse mesmo capítulo está escrito o resultado dessa afronta [..]; Onde está a coragem de vocês? Não foram vocês que disseram que ainda que fosse necessário morrer com Jesus vocês o fariam? Entre os v.66-72 está escrito [..]; E aí Pedro? Onde está a sua declaração de coragem que lhe fez replicar por duas vezes a Palavra de Deus, opondo-se a ela, afrontando-a? Em Lc 24.21 está escrito [..]; Que conversa é essa que estão tendo? Parece conversa de desanimado, parece conversa de quem perdeu a esperança, parece conversa de quem está disperso; será esse o caso de vocês?

No Antigo Testamento, o insano Senaqueribe, rei da Assíria, o imperador do mundo, depois de conquistar muitas terras, muitas nações, resolveu também conquistar a terra de Israel e afrontar o Deus vivo. Enviou especialistas na oratória, na contrapropaganda para falar ao povo que estava por sobre o muro de Jerusalém, com o objetivo de desencorajá-lo e tomar a cidade sem resistência. O rei de Israel, Ezequias, orou a Deus e este enviou o profeta Isaías com a resposta. Em 2 Re 19.22 está escrito [..]; e Deus o sentenciou, v.28 [..]; E Deus começa a cumprir a sua ameaça, v.33-36 [..]; e o fim de Senaqueribe foi horroroso, v.37 [..]. Senaqueribe era um ímpio, e afrontou o Senhor; recebeu o justo prêmio da maldade, tombou por terra. Deus não tolera ser afrontado na sua Palavra. Houve um guerreiro filisteu de nome Golias. Era homem forte, alto, homem de guerra, cuja lança era como o eixo do tecelão. Ele, prevalecendo-se do seu avantajado porte, resolveu afrontar o exército de Deus, desafiando qualquer guerreiro a enfrentá-lo; em 1 Sm 17.4-10 está escrito [..]; Diante dessa afronta, Deus se proveu de um guerreiro, sem prática, sem vivência militar, para enfrentar essa fera: Davi, um moço inexperiente e pastor de ovelhas. Este, quando tomou conhecimento do fato, disse o seguinte, v.26 [..]; deu-se o confronto: o gigante Golias contra Davi; entre os v.48-50 está escrito [..]. A soberba de Golias o conduziu até à afronta ao Deus vivo. Deus odeia a soberba! Deus se vinga daquele que o afronta!

Conclusão – Os homens ímpios não conhecem a Palavra de Deus, afrontam o Senhor dos exércitos, e tombam por terra: “Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a minha mão, e não houve quem atendesse; antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão; também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei, em vindo o vosso terror como a tempestade, em vindo a vossa perdição como o redemoinho, quando vos chegar o aperto e a angústia. Então me invocarão, mas eu não responderei; procurar-me-ão, porém não me hão de achar. Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor; Não quiseram o meu conselho e desprezaram toda minha repreensão. Portanto comerão do fruto do seu procedimento e dos seus próprios conselhos se fartarão” (Pv 1.24-31). Mas não somente os ímpios! Há cristãos que também afrontam a Palavra de Deus e colhem os frutos da disciplina, os onze apóstolos são um bom exemplo. Deus envia a sua Palavra e quer ser obedecido. Os cristãos, ao ouvirem a Palavra de Deus devem obedecer, pois não há alternativa. Aquele que não entender determinada ordem, mesmo assim trate de cumprir enquanto procura entender. Não deixe para obedecer somente depois de entender. A absorção da Palavra de Deus se dá pela fé. Os crentes são aqueles que têm fé, no entanto, essa fé, por causa de negligência, pode não estar desenvolvida o quanto deveria, levando o seu possuidor a ser tardio em entender determinadas coisas. Nessas circunstâncias, devemos obedecer, porque é melhor obedecer, mesmo sem entender com clareza, do que ouvir e não obedecer sob o argumento de que não entendeu o objetivo para o qual o mandamento de prestou. É semelhante ao transeunte prudente que, ao ouvir um grito de perigo, primeiro se abriga para somente depois procurar saber a causa do grito que escutou. Manda a prudência que assim se proceda. Se assim não for, poderá sofrer um grave dano, e até mesmo a morte, e assim, morrerá sem saber por que morreu. Ouviu o grito de alerta, e, antes de se esconder, foi procurar saber a causa do perigo, quando deveria ter feito o contrário. Os apóstolos escutaram a Palavra de Deus e a desprezaram, mesmo sob o argumento de zelo por Jesus. Ouviram segunda vez a mesma Palavra, com mais detalhes e informações inconfundíveis; novamente tornaram a desprezar aquilo que ouviram. Acabaram por proceder com infidelidade para com Jesus, tornaram-se desleais, tornaram-se traidores de Jesus, e pagaram caro por isso. A diferença de punição entre eles e os dois personagens do AT citados (Senaqueribe e Golias), foi que eram crentes, tinham sobre si a graça de Deus. Cometeram uma falha; foram perdoados, mas foram disciplinados. Jesus mesmo confessou a Pedro que permitira que Satanás o peneirasse, com o objetivo de prová-lo, para purificar a sua fé da palha da autoconfiança (Lc 22.31-32), e Ele ainda age dessa maneira, não duvidemos!

Como você tem escutado a Palavra de Deus? Com fé, com alegria, com obediência, ou tem-na desprezado, afrontando o Senhor, como fez Pedro? E quando você age dessa maneira, afrontando aquilo que ouve, e o Senhor lhe explica novamente, com riqueza de detalhes, pacientemente, de diversas maneiras, como você tem se comportado, pedindo perdão e passando a obedecer, ou insistindo na afronta? Será que você tem julgado a Palavra de Deus com a maior autoconfiança, considerando que aquilo que ouviu, de fato, não é assim? Lembremo-nos do conselho do pastor da igreja de Jerusalém, Tiago, quando disse: “acolhei com mansidão a Palavra em vós implantada” (Tg 1.21); ou o conselho do escritor aos hebreus, quando disse: “tende cuidado, irmãos, não recuseis ao que fala; pois, se não escaparam aqueles que recusaram ouvir quem divinamente os advertia sobre a terra, muito menos nós, os que nos desviamos daquele que dos céus nos adverte” (Hb 12.25); Não podemos proceder como Pedro, que considerou como loucura a Palavra da cruz, ao afrontar as palavras de Jesus sobre a sua morte! Portanto, diante da palavra de Deus, nada de réplica, nada de afronta; a Palavra é de Deus e não cabe recurso. E quando a recebermos, tratemos logo de obedecê-la, porque está escrito que “se me amardes, guardareis meus mandamentos”; é pela obediência, e não pela afronta, que vamos mostrar o nosso amor para com Deus; e certamente a nossa vida será uma vida aos pés do Senhor, do lado do Senhor, a favor do Senhor, na situação, na piedade, na luz. AMÉM.

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Conhecimento: Falso e

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