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NÃO OS TIRES, MAS OS LIVRES – Manoel Coelho Jr. João 17: 14-16.

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Vimos na exposição do verso anterior, que Cristo orou pela alegria de seus discípulos em meio a um mundo que os perseguiria. Nos versos que vamos estudar agora, Ele acrescenta a solicitação pelo livramento dos discípulos do mal deste mesmo mundo, relatando o ódio mundano e seu motivo. Tudo na verdade está vinculado, visto que devido a este ódio, eles poderiam sucumbir em tristeza, ou ceder a uma falsa alegria. Assim, precisariam ser livres do mal do mundo, para que então fossem mantidos na alegria de Cristo. Além disso, ao ouvirem essas palavras de Nosso Senhor, eles já experimentariam consolo, e seriam orientados em relação à reação correta ao ódio mundano, pois saberiam que Cristo orou por sua alegria e por seu livramento ao Pai, mostrando que isto aconteceria, não por serem retirados do mundo, mas sim, livres do seu mal. Vamos estudar com mais detalhes estas verdades neste estudo, e no da próxima semana, aplicando-as às nossas vidas. I - A dádiva da Palavra e o ódio consequente (Ver...

PARA QUE TENHAM MINHA ALEGRIA – Manoel Coelho Jr. João 17: 13.

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Temos aqui mais um relatório que Nosso Senhor apresenta ao Pai nesta preciosa oração. Afirma que tem falado certas coisas, para que seus discípulos experimentem plena alegria. Ao mesmo tempo, porém, trata-se de mais uma solicitação por eles, para que efetivamente experimentem tal alegria, apesar de um mundo mau, perseguidor e sedutor, que terão que enfrentar. Dessa forma, temos neste texto a apresentação da fonte da alegria cristã. Por outro lado, ao compararmos com outros trechos em que o Senhor trata do assunto no último discurso, descobrimos também o motivo da tristeza dos discípulos. Consequentemente, meu propósito no presente estudo é levá-los a reflexão sobre as seguintes questões: Temos experimentado a alegria cristã? Se não, por qual motivo? Por que andamos tristes? Afinal, como resolver isso? Qual a fonte da alegria cristã? Estas questões, que creio, brotam naturalmente do versículo, nortearão nossas reflexões. I - Digo isto. Quando o Senhor afirma que diz certas coisas para ...

JUDAS, O FILHO DA PERDIÇÃO – Manoel Coelho Jr. João 17: 12.

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No estudo anterior no verso 12, pudemos iniciar nossas meditações em mais um relatório que Cristo fez nesta maravilhosa oração, sobre sua obra . Vimos que Cristo afirma que guardou os discípulos no Nome do Pai, em Sua Revelação do Verdadeiro Deus, e que não perdeu nenhum deles. Prosseguimos olhando para a outra parte do relatório que trata de Judas, que se perdeu, aquele que é a exceção, no sentido que apenas parecia que era um dos discípulos. Observamos que sobre ele já havia uma profecia, o que tem relação com a determinação divina, não que Deus seja o responsável por seu pecado, mas que o entregou ao seu próprio coração, não lhe concedendo graça. Tudo isso mostra que os discípulos estão seguros na Soberania Divina, que preserva os seus e tem controle sobre os inimigos. Agora vamos olhar com mais cuidado para a expressão “o filho da perdição”. Precisamos entender sobre o que ela significa, e como se constitui para aos discípulos um consolo, por mostrar a graça preservadora, e ao mes...

NENHUM DELES SE PERDEU – Parte I – Manoel Coelho Jr. João 17: 12.

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Mais uma vez Nosso Senhor apresenta um relatório de sua obra terrestre ao Pai Celestial. Já vimos também que a primeira solicitação pelos discípulos foi no verso anterior. Ele vai mesclando entre estes relatos de sua obra cumprida, e pedidos para o futuro, o que mostra as fases em que o Decreto Divino para a salvação dos seus amados vai se cumprindo na história. No presente relatório temos duas informações que se complementam. Em relação aos doze discípulos, temos a informação da preservação de onze por parte de Cristo. Por outro lado, somos informados da perdição de um deles, que é chamado de “filho da perdição”, que sabemos que se trata de Judas, o traidor. Tanto num caso como no outro, os discípulos teriam novamente uma mensagem consoladora, que era o propósito de Cristo na oração sacerdotal, no que diz respeito a eles. Os discípulos saberiam que foi Cristo quem os guardou. Já com relação a Judas, compreenderiam que O Senhor não foi pego de surpresa, mas que tudo na verdade já estav...

GUARDA-OS PARA QUE SEJAM UM – Manoel Coelho Jr. João 17: 11.

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Este verso prossegue a segunda parte da Oração Sacerdotal, em que o Senhor ora pelos seus apóstolos. Mas, como já temos destacado, tudo o que se diz aqui também se aplica aos crentes em geral. No entanto, neste momento, se inaugura uma nova fase da oração. De fato, pela primeira vez Nosso Senhor faz uma solicitação pelos seus discípulos, pois até o momento tinha somente apresentado relatórios sobre sua obra por eles. Claro que também já tinha apresentado pedidos por si na primeira parte, o que também os beneficiava. Mas agora, iniciam-se os pedidos diretos pelos discípulos. Mais uma vez precisamos dizer que o propósito é consolador, pacificador, em relação aos seus amados. E quando lemos o conteúdo das solicitações, isto é, que sejam guardados, santificados, e glorificados, podemos constatar que de fato são consoladoras. Mas qual a solicitação específica neste verso onze? Solicita-se que sejam guardados. É interessante notarmos a estrutura com a qual Nosso Senhor a apresenta. Ele fala ...