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O que se esconde por trás da Cruz de Cristo? - Ezequiel Farias*.

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(Favor conferir todas as referências em sua Bíblia, para maior compreensão do assunto) Nesta época em que se comemora a “Paixão de Cristo” – por uma extensa ala da conhecida religião cristã – ouvimos muitas mensagens e encenações que expressam da vida, morte e ressurreição de Cristo. Nestes dias, muitos costumes são respeitados e muitos ritos realizados. Todavia, essa tradição de homens consegue encobrir os aspectos eternos e fundamentais que verdadeiramente poderiam trazer Vida às multidões, uma vez que em nada diz respeito ao ensino do Senhor Jesus e seus apóstolos. A isso o Espírito de Deus há muito alertava: “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo” (Cl 2.8). Portanto, gostaria de lhe expor o que por muito tempo a tradição tem conseguido esconder por trás da cruz de Cristo.

A lógica de Deus - Ezequiel Farias*.

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“ Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos ” Isaías 55:9. Algumas correntes agnósticas têm surgido nestes últimos séculos e utilizado de muitos argumentos meramente filosóficos para definir Deus e suas ações sobre o Universo. No entanto, não há meios humanos para tais definições, exceto pela compreensão de quatro aspectos revelados nas Escrituras: o primeiro são o Ser e os atributos de Deus ; o segundo é a essência da natureza humana ; o terceiro é a magnitude corruptora do pecado ; e o quarto é a misericórdia de Deus como única fonte de todo o bem expresso tanto pela natureza como pelo ser humano . Afinal:

Por que a Bíblia é a Palavra de Deus e não de homens? - Ezequiel Farias*.

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Verdadeiramente crer ou não na Bíblia é, sobretudo, uma questão de fé, que é dada apenas aos eleitos de Deus (Jo 6.37; 10.25-27; 17.2-9; II Tess 3.2b; Tt l.l), pois, na verdade, alguém que não tenha recebido este dom de Deus (Ef 2.8) jamais poderá crer em tudo que a Bíblia nos ensina (Hb 11.1). Não se trata, portanto, de um crer humano e natural, ou baseado no raciocínio e na lógica (mesmo que mediante fatos constatáveis), nem igualmente de uma “fé” que sobrevive apenas através de expressões afirmativas, mas de um crer que se origina por intervenção divina na alma do homem mediante a Escritura (Jo 3.5; Ef 1.13; At 16.14; Rm 10.17). Portanto, “as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (I Co 2.9) – ou para os que foram vivificados pela fé bíblica –, e por isso declaram ser a Bíblia a mais sublime expressão da Sabedoria e Poder de Deus, conforme I Co 1.18-25.