E-book: Uma Análise Bíblica do Feminismo - Manoel Coelho Junior.


Este e-book é a transcrição do sermão pregado na Congregação Batista Reformada em Belém, no Culto Público, da noite de 9 de março de 2014. Para ler, clique nos Links no final deste texto.

“No geral podemos dizer que a proposta do Feminismo sempre foi a de produzir a igualdade entre os sexos e consequentemente a “libertação” da mulher do domínio do homem. Isso parece um discurso muito nobre e certo ao observarmos inicialmente, mas o argumento em si já é falacioso, pois faz as pessoas entenderem que a liderança masculina é intrinsecamente má. Porém, o fato mais importante é que tal discurso imediatamente se volta contra a Palavra de Deus na Bíblia, que claramente ensina a autoridade do homem sobre a mulher. Se Deus ensina isso devemos crer que o Criador do Universo, sendo infinitamente Sábio, deve estar com a razão e não as feministas. Por aqui já notamos que o Feminismo nada mais é que o velho argumento da serpente em Gênesis 3, que tenta induzir os homens a crerem que seu caminho é melhor que o de Deus. No entanto, a consequência do Feminismo para sociedade tem sido tão catastrófica que mais uma vez a Bíblia se demonstra como a infalível Palavra de Deus em todas as questões. Assim, é pela Bíblia que desejo examinar o assunto mostrando o mal que o Feminismo tem causado mesmo que nos digam que ele foi um grande bem social.”


I. O Feminismo atacou a família e a própria mulher.

II. O Feminismo desestruturou a família.

III. O Feminismo tirou da mulher o seu papel prioritário no lar.

IV. O Feminismo deixou a mulher desprotegida.

V. O Feminismo piorou ainda mais a já difícil relação entre homens e mulheres.

***

Feminismo, o que é?

É rebeldia contra Deus.

Oh maldito pecado enganoso.

As feministas disseram: “Rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas, libertemo-nos de Deus, libertemo-nos da liderança masculina estabelecida pelo Altíssimo que nos é prejudicial. Tomemos as rédeas de nossa vida conforme o desejo de nossos corações, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre da feminilidade autônoma, cujo topo chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome”.

Mas Deus é Sábio, Santo, Justo e Bom. Ele viu fragilidade da mulher. Ele a criou assim. Ele a preparou como expressão de sua amada Noiva, a Igreja. Ela é delicada, meiga, suave, frágil, que busca proteção em seu defensor, o marido, que é expressão de Cristo. Ele é forte, corajoso, cheio de amor. Ele se dispõe até a morrer por ela. Ele a defende.

Mas o Feminismo em sua rebeldia rompeu esta bela cena. Desafiou o Altíssimo, difamou o protetor, o marido, enganou as mulheres privando-as de seu defensor. Promoveu o mal em nome de um suposto bem libertador.

Mas isto é o pecado. É odiar a Deus e ao próximo. É negar o Sumo Bem em nome de um falacioso bem. É proclamar o amor, mas promover o ódio. É anunciar a libertação, mas gerar a decepcionante escravidão. É assim desde o Éden. É sempre assim.

Oh maldito pecado enganoso!

As feministas deram as mulheres uma vida autônoma. Autonomia de Deus. Agora elas estão autonomamente sozinhas, sem proteção. As frágeis estão sem o protetor, pois aos homens deu o Feminismo a inadequação. Eles não sabem mais o que são. Tornaram-se covardes, sem liderança.

Oh maldito pecado enganoso!

Mas as feministas avançaram mais em suas rebeldias. Ora, o pecado é como a sepultura que nunca diz: Basta! Assim as feministas disseram: “Queremos mais liberdade, mais liberdade... Liberdade, liberdade” e, então, “Liberdade para matar. Aborto, aborto, é nosso direito”.

Oh maldito pecado enganoso!

Oh pecador, se não amas a Deus não podes amar ao próximo. Se não tens o Sumo Bem, não promoverás nenhum bem. Oh as feministas, prometeram-nos o bem social, mas nos legaram toda a sorte de males. Eis o abandono das mulheres, eis o divórcio, eis o aborto, eis a morte aos milhões. É assim desde o Éden.

Oh maldito pecado enganoso! Oh rebeldia a Deus! Oh destruição dos homens! É assim desde o Éden. Sereis como Deus, mas Caim matou Abel. Mulheres sereis livres, mas então morte aos milhões.

Mas oh bendita graça libertadora, graça de Deus em Cristo, graça que liberta do pecado, graça que liberta do Feminismo!

Então as mulheres entendem seu papel. Então os homens assumem o seu. Então ambos se submetem a Deus. Então Cristo e a Igreja são novamente mostrados no Casamento: O Noivo ama sua Noiva e a defende até a morte. A noiva se submete ao noivo, pois o vê como seu amável protetor.

É assim que o bem é promovido, pois onde Deus é amado há delícias e toda sorte de benesses: Amor proteção, submissão, vida, A GLÓRIA DO SENHOR NO EVANGELHO. Amém!

(Manoel Coelho Junior, Feminismo, o que é?)

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